GREAT EUROPEANS

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Damião de Gois





Nasceu em 1502 em Alenquer e morreu em 1574.

Grande escritor Português, autor de várias crónicas, tais como Crónica D'El Rei...

Em 1523, saiu do País para aumentar o conhecimento que já possuía. Percorreu a maior parte da Europa e relacionou-se com muitos homens ilustres.

Damião de Góis fixou a sua residência em Lovaina, onde permaneceu por muito tempo, até que foi preso pelos franceses. Desempenhou importantes missões diplomatas na Europa, foi amigo de Lutero, do cardeal Bembo e de outras figuras importantes.

Era um espírito livre e enciclopédico.

O D.Henrique encarregou-o de escrever a crónica do rei D.João III. Foi por essa ocasião nomeado cronista do Reino.

Foi preso pela Inquisição e acusado de ser luterano, devido à sua amizade com Lutero. A sua prisão durou quase dois anos. Pouco tempo sobreviveu depois da saída da prisão.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Христо Ботев



Христо Ботев (28)(6 януари 1848-2 юни 1876) е български национален герой, револционер, и поет. Роден в град Калофер.Силно повлияна от българските революционери, които са живели в Румъния, Ботев водил живот, характерен за всеки революционер.Той постоянно е лишен от средства дори и у дома.. За известно време той живе в една изоставена мелница край Букурещ с Васил Левски, евентуален лидер на българските бунтове. По-късно той описва този период в свои творби.През 1875 Ботев публикува свои поетични творби в книга, наречена "Песни и стихотворения", заедно с друг български поет и революционер бъдещ политик и държавник Стефан Стамболов.На 2 юни 1876 година е последният тежък бой — привечер след сражението куршум пронизва Ботев и той умира.Поеми:До моето първо либе, Патриот, Обесването на Васил Левски и т.н.

Luis de Camões


Luís Vaz de Camões




(nasceu em 1524 e faleceu 18.06.1580)

-Poeta português, filho de Simão Vaz de Camões e de Ana de Sá e Macedo.






-Pensa-se que estudou Literatura e Filosofia em Coimbra, tendo tido como protector o seu tio paterno, D. Bento de Camões, frade de Santa Cruz e chanceler da Universidade. Tudo parece indicar que pertencia à pequena nobreza.
Atribuem-se-lhe vários desterros, sendo um para Ceuta, onde se bateu como soldado e em combate perdeu o olho direito ( perda referida na Canção Lembrança da Longa Saudade) e outro para Constância, entre 1547 e 1550, obrigado, diz-se, por ofensas a uma certa dama da corte.


-É frequentemente considerado como o maior poeta da língua portuguesa e um dos maiores da Humanidade. O seu génio é comparável ao de Shakespeare,Virgílio, Dante e Homero. Embora com uma extraordinária e rica obra lírica, a sua epopeia "Os Lusíadas" é por muitos considerada, pela sua grandeza e universalidade, a aprincipal epopeia europeia da época moderna. 

Fernão Mendes Pinto


Fernão Mendes Pinto
Aventureiro, escritor. 1510-1583

Fernão Mendes Pinto nasceu em Montemor-o-Velho em 1510.
A sua família partiu, ou talvez tenha fugido, para Lisboa, em 1521.
Em 1523 Fernão Mendes Pinto percorreu o mar de Lisboa a
Setúbal e é preso por corsários franceses. Depois de libertado parte para o Oriente em 1537.
No ano de 1539, por causa de um capitão de Malaca, fez
contactos diplomáticos com o rei dos Batas e Araús. A sua primeira viagem ao Japão foi em 1542, acompanhado por Diogo Zeimoto, que foi o introdutor de armas de fogo na ilha.
No Japão também conheceu, e tornou-se um
admirador de S. Francisco Xavier, que o terá influneciado a entregar toda a sua fertuna aos pobres e à Conpanhia de Jesus.
Regressa ao seu país natal em 1558, onde se casou com Maria Correia Brito, que era 30 anos mais nova.
Mudou-se para a Quinta que compro no Pragal, que se situava
perto de Almada, tudo isto no ano de 1562.
Em 1569 começou a escrever a grande obra "Peregrinação" e
conclui-a em 1578.
Em Janeiro, de 1583, Filipe II concede um tença anual de dois
moios de trigo, em Julho do mesmo ano, Fernão Mendes Pinto
morreu no Pragal.
A primeira edição da sua obra "Peregrinação", foi em 1614. Neste livro Fernão Mendes Pinto conta as suas aventuras pelo Oriente, de maneira fantástica e, dizem, fantasiosa (costuma brincar-se com o seu nome transformando-o em Fernão mentes? Minto!). O seu humanismo, a forma desencantada e anti-heróica como vê como vê o colonizador português (muitas vezes um ganancioso e mentiroso) fazem de Fernão Mendes Pinto um autor peculiar do século XVI, dir-se-ia único no género. Sem dúvida um "grande europeu".

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

hello